
Os lenços vermelhos e a fenda da tarde. Sente o menear da vida. Viu correr o menino-deus no campo amarelo. Imover-se de perto... Imover-se no íntimo... Disparo. O pequeno só quis dizer que era fácil. No sacodir das pernas, levaram o estrangeiro. Já não haverá. Foi o silêncio do físsil na noite.
A poeira e a insônia... O andar sem ruído. A sombra. Precisão do errante que salta. Os gatos não sabem se é água ou vidro. Assistem, cheios de si, ao último banho do menino.
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